Estudante on dezembro 19th, 2008

Podem dividir-se os médiuns em duas grandes categorias:07tk2ln

  • Médiuns de efeitos físicos, os que têm o poder de provocar  efeitos materiais, ou manifestações ostensivas.

  • Médiuns de efeitos intelectuais, os que são mais aptos a receber e a transmitir comunicações inteligentes.

        Todas as outras espécies se prendem mais ou menos diretamente a uma ou outra dessas duas categorias; algumas participam de ambas. Se analisarmos os diferentes produzidos sob a influência mediúnica, veremos que, em todos, há um efeito físico e que aos efeitos físicos se alia quase sempre um efeito inteligente. Difícil é muitas vezes determinar o limite entre os dois, mas isso nenhuma conseqüência apresenta. Sob a denominação de médiuns de efeitos intelectuais abrangemos os que podem, mais particularmente, servir de intermediários para as comunicações regulares e fluentes.

As principais manifestações são:

A mediunidade apresenta uma variedade infinita de matizes, que constituem os chamados médiuns especiais, dotados de aptidões particulares, ainda não definidas, abstração feita das qualidades e conhecimentos do Espírito que se manifesta.

        A natureza das comunicações guarda sempre relação com a natureza do Espírito e traz o cunho da sua elevação, ou da sua inferioridade, de seu saber, ou de sua ignorância.  Mas, em igualdade de merecimento, do ponto de vista hierárquico, há nele incontestavelmente uma propensão para se ocupar de uma coisa preferentemente a outra.

        Os Espíritos batedores, por exemplo, jamais saem das manifestações físicas e, entre os que dão comunicações inteligentes, há Espíritos poetas, músicos, desenhistas, moralistas, sábios, médicos, etc.

        Indivíduos há que, como médiuns, escrevem admiráveis poesias, sendo certo que, em condições ordinárias, jamais puderam ou souberam fazer dois versos; outros, ao contrário, que são poetas e que, como médiuns, nunca puderam escrever senão prosa, mau grado ao desejo que nutrem de escrever poesias. Outro tanto sucede com o desenho, com a música, etc. Alguns há que, sem possuírem de si mesmos conhecimentos científicos, demonstram especial aptidão para receber comunicações eruditas; outros, para os estudos históricos; outros servem mais facilmente de intérpretes aos Espíritos moralistas.

        Qualquer que seja a maleabilidade do médium, as comunicações que ele com mais facilidade recebe trazem geralmente um cunho especial; alguns existem mesmo que não saem de uma certa ordem de idéias e, quando destas se afastam, só obtêm comunicações incompletas, lacônicas e não raro falsas.

        Além das causas de aptidão, os Espíritos também se comunicam mais ou menos preferentemente por tal ou qual intermediário, de acordo com as suas simpatias. Assim, em perfeita igualdade de condições, o mesmo Espírito será muito mais explícito com certos médiuns, apenas porque estes lhe convêm mais.

[17b - página 227 item 185]


Aparelhos mediúnicos
valiosos naturalmente não se improvisam. Como todas as edificações preciosas, reclamam esforço, sacrifício, coragem, tempo E sem amor e devotamento, não será possível a criação de grupos e instrumentos louváveis, nas tarefas de intercâmbio.

[28a - página 82] André Luiz - 1954 

        Erraria quem, simplesmente por ter ao seu alcance um bom médium, ainda mesmo com a maior facilidade para escrever, entendesse de querer obter por ele boas comunicações de todos os gêneros.

  • A primeira condição é, não há contestar, certificar-se a pessoa da fonte donde elas promanam, isto é, das qualidades do Espírito que as transmite; porém, não é menos necessário ter em vista as qualidades do instrumento oferecido ao Espírito.

  • Cumpre, portanto, se estude a natureza do médium, como se estuda a do Espírito, porquanto são esses os dois elementos essenciais para a obtenção de um resultado satisfatório.

  • Um terceiro existe, que desempenha papel igualmente importante: é a intenção, o pensamento íntimo, o sentimento mais ou menos louvável de quem interroga. Isto facilmente se concebe.

        Para que uma comunicação seja boa, preciso é que proceda de um Espírito bom; para que esse bom Espírito a POSSA transmitir indispensável lhe é um bom instrumento; para que QUEIRA transmiti-la, necessário se faz que o fim visado lhe convenha. O Espírito, que lê o pensamento, julga se a questão que lhe propõem merece resposta séria e se a pessoa que lha dirige é digna de recebe-la. A não ser assim, não perde seu tempo em lançar boas sementes em cima de pedras e é quando os Espíritos levianos e zombeteiros entram em ação, porque, pouco lhes importando a verdade, não a encaram de muito perto e se mostram geralmente pouco escrupulosos, quer quanto aos fins, quer quanto aos meios.

        Grupamos as diferentes espécies de médiuns por analogia de causas e efeitos, sem que esta classificação algo tenha de absoluto. Algumas se encontram com facilidade; outras, ao contrário, são raras e excepcionais, o que teremos o cuidado de indicar.

        Estas últimas indicações foram todas feitas pelos Espíritos, que, aliás, reviram este quadro com particular cuidado e o completaram por meio de numerosas observações e novas categorias, de sorte que o dito quadro é, a bem dizer, obra deles. Destacamos as suas observações textuais, sempre que nos pareceu conveniente assiná-las. São, na sua maioria, de Erasto e de Sócrates.

[17b - página 229 item 186]

        Além de um número considerável de variedades de médiuns, apresenta uma infinidade de graus em sua intensidade. Muito raro a faculdade de um médium estar rigorosamente circunscrita a um só gênero. Um médium pode ter muitas aptidões, havendo, porem, sempre uma dominante.  Em erro grave incorre quem queira forçar de todo o modo o desenvolvimento de uma faculdade que não possua é, acima de tudo, perder tempo e, em segundo lugar, perder, talvez, enfraquecer, com certeza, as de que seja dotado.

[1 - página 286] [17244 item 198]*

        Todas estas variedades de médiuns apresentam uma infinidade de graus em sua intensidade. Muitas há que, a bem dizer, apenas constituem matizes, mas que, nem por isso, deixam de ser efeito de aptidões especiais. Concebe-se que há de ser muito raro esteja a faculdade de um médium rigorosamente circunscrita a um só gênero. Um médium pode, sem dúvida, ter muitas aptidões, havendo, porém, sempre uma dominante. Ao cultivo dessa é que, se for útil, deve ele aplicar-se.

        Em erro grave incorre quem queira forçar de todo modo o desenvolvimento de uma faculdade que não possua.

        Deve a pessoa cultivar todas aquelas de que reconheça possuir os gérmens. Procurar ter as outras é, acima de tudo, perder tempo e, em segundo lugar, perder talvez, enfraquecer com certeza, as de que seja dotado.

        "Quando existe o princípio, o gérmen de uma faculdade, esta se manifesta sempre por sinais inequívocos. Limitando-se à sua especialidade, pode o médium tornar-se excelente e obter grandes e belas coisas; ocupando-se de todo, nada de bom obterá.

        Notai, de passagem, que o desejo de ampliar indefinidamente o âmbito de suas faculdades é uma pretensão orgulhosa, que os Espíritos nunca deixam impune. Os bons abandonam o presunçoso, que se torna então joguete dos mentirosos. Infelizmente, não é raro verem-se médiuns que, não contentes com os dons que receberam, aspiram, por amor-próprio, ou ambição, a possuir faculdades excepcionais, capazes de os tornarem notados. Essa pretensão lhes tira a qualidade mais preciosa: a de médiuns seguros."

SÓCRATES

[17b - página 244 item 198]

Fonte: http://www.guia.heu.nom.br/tm_.htm

Estudante on dezembro 19th, 2008

Não é Fácil ser Médium e o Mais Difícil Ainda é Ser Médium de Umbanda.

A mediunidade é o Elo de Ligação, O caminho e a meta das pessoas possuidoras desse dom. E longe de ser um instrumento passivo, o médium, como mediador que é, tem o dever de buscar o auto-aprimoramento e a reta conduta, pois, esses são os sintonizadores maiores da mediunidade.

É como disse o mestre:

"Uma Árvore Má Não Pode Dar Bons Frutos"…

E é plantando que se colhe, ou seja, nossas 960622afinidades refletem o nível e o tipo de espíritos que atraímos para nosso campo mediúnico.

Sabemos o quanto é penoso o caminho da matéria, quantos pseudo-atalhos existem no caminho da evolução, incontáveis atalhos que não levam a lugar nenhum e, para conseguirmos uma sintonia fina com "canais" superiores precisamos de três coisas básicas: humildade, simplicidade, e pureza de pensamentos, sentimentos e ações.

A primeira vista parece simples, mas quando pisamos no chão, nos damos conta de nossa fraqueza que, nos atira a caminhos escuros e incertos.

Então, só apelando para o Astral superior é que conseguiremos trilhar o verdadeiro caminho da espiritualidade, pois, se estamos fracos, nossa fé verdadeira pautada pela razão nos libertará. E gradativamente conquistaremos e domaremos o nosso pior inimigo que, Está em nosso íntimo.

Ainda, em termos científicos podemos definir a mediunidade como um aumento variável da percepção extra-física ( PES ), causada por modificações e acréscimos energéticos nos chacras de determinadas pessoas, e ressaltamos que esse processo ocorre antes de encarne ou seja, a nível Astral, Quando Se Assume Perante a Deus em Qual Religião Se Deve Servir.

Essas pessoas, os médiuns, possuem o dom mediúnico por terem missões de Resgate kármicas dentro do movimento espiritualista. A palavra mediunidade significa modo, meio de manifestação, ou intermediação.

E partindo do fato de que a mediunidade está vinculada a missões definidas, não é correto afirmarmos que todas as pessoas são médiuns; Podemos dizer que todos são Susceptíveis às influências espirituais, mas, isso não é mediunidade.

Saibam também que existem diversas formas de mediunidade, tais como: a Clarividência, a Clariaudiência, Vidência, Intuitiva etc. E existe uma forma de mediunidade mais acentuada, a mais utilizada na Umbanda, que é a mediunidade de incorporação.

O médium de incorporação é aquele que além da ligação e proteção da corrente espiritual de sua vibração original ( Orixá ), possui uma forte ligação com determinadas entidades espirituais.

Essa ligação vem de ligações kármicas e do acordo firmado no plano Astral, pelo próprio médium antes de seu reencarne, onde o mesmo se compromete a trabalhar pela causa espiritualista em determinado movimento ou culto.

Por essa razão que ouvimos pessoas dizerem que foram falar com a entidade tal, e ela lhe aconselharam para que vestisse a roupa branca, ou seja, que assumisse sua missão mediúnica.

Vocês que passaram por isso, se conversaram com "entidades de fato" e foram chamados para o trabalho, não percam tempo. Procurem um templo que mais se Afinize com suas idéias e assumam seu compromisso que, certamente serão mais felizes e realizados.

Dentro da mediunidade de incorporação existem três tipos básicos de atuação que caracterizam graus kármicos e de consciência, expressos nos médiuns de karma: probatório, evolutivo, ou missionário.

Os médiuns de karma probatória se afinizam e trabalham com entidades no grau de protetores. A maioria de nós está nessa condição e utiliza o caminho da mediunidade como apaziguador para débitos kármicos antigos.

Há também, os médiuns de karma evolutivo se afinizam e trabalham com entidades no grau guia, eles possuem um mediunismo mais apurado com possibilidades de desenvolver a clarividência e a clariaudiência, na dependência da função desempenhada, a qual lhe foi confiada no astral.

Por fim, existem raros médiuns no grau de missionários, eles são mestres com grandes missões junto a coletividade a qual pertencem, e se mediunizados podem constatar e manifestar entidades no grau de Orixás Menores; Eles possuem vários dons mediúnicos, associados a um grande conhecimento, adquirido em encarnações pretéritas, e alicerçados pela luz do amor e da sabedoria que só raras pessoas possuem.

Enfim, independente do grau ou atividade mediúnica, todas as entidades espirituais trabalham e todos os médiuns estão aptos a desenvolver também, importantes trabalhos que contribuirão para evolução mundial.

Se cada um fizer sua pequena parte, por amor, teremos um mundo bem melhor porque o futuro realmente depende de Nós!

A Ética na mediunidade

O médium como Elo de Ligação entre o visível e o invisível, deve se preocupar em manter a serenidade mental no seu dia a dia para que pensamentos difusos são sejam cultivados porque promovem uma sintonia com entidades espirituais de baixa estirpe moral.

E como médium devido sua abundante energia é alvo dos mais atrozes ataques provenientes do baixio astral desencarnado e encarnado, ele deve procurar manter um nível de pensamentos salutares procurando seleciona-los em companhia de pessoas de boa índole ( dize-me com quem andas, que eu te direi quem és ! ), para que sua corrente mental o proteja das ações do baixo astral, para que sua boca pronuncie palavras limpas, e para seus ouvidos ouçam palavras harmoniosas porque é de nossa boca que emana aquilo do que nosso coração está cheio.

E nesse ponto salientamos que, é também pela boca que ingerimos os alimentos, logo, esses alimentos também devem ser selecionados para que a harmonia impere em nosso organismo como um todo;

Sabemos que as abstenções do consumo de carne vermelha pelos médiuns umbandistas têm que ser controlada porque somos alvos de ataques constantes e necessitamos de um sustentáculo material mais rebuscado ( mais proteína ) porém, pensamos que ao menos a carne de porco pode ser suprimida de nossa alimentação com racionalidade.

Irmãos, a alimentação constituem um fator decisivo na atuação mediúnica porque quando ingerimos carne, quando comemos em excesso ou ingerimos álcool, o nosso organismo sofre alterações químicas que além de estimularem o animismo vicioso através da ligação instintiva intensa, ainda promovem uma eliminação via hálito e suor que, pode prejudicar os consulentes em uma consulta mediúnica.

Por todos esses fatores é que ao menos no dia da sessão de caridade, devemos nos abster de carne, de álcool, e até a diminuição do fumo por parte de quem cultiva esse infeliz hábito é aconselhável porque, o fumo carreia toxinas que dificultam a fluência energética no nosso organismo, bem como obscurecem nossa sensibilidade às vibrações superiores emanadas por nosso mentor espiritual.

Muitos devem estar fazendo a observação de que os as entidades de Umbanda utilizam o fumo e o álcool em seus trabalhos, porém ressaltamos que elas utilizam esses elementos justamente como amortecedores de cargas oriundas de baixas vibrações e que quando desencorparam, minimizam a atuação negativa dessas substâncias no corpo físico do médium e isso explica o motivo de muitos médiuns que atuam frequentemente em ambientes hostis com trabalhos pesados, ingerirem álcool (marafo) em quantidade e depois que desencorparam não apresentarem efeitos desse elemento; Isso quando incorporam de verdade…

O médium no dia que vai atuar mediunicamente ainda deve se abster de sexo para preservar sua vibração original, o que será positivo no contato mediúnico pois, o sexo une dois seres a níveis mais sutis do que o físico…

Enfim, não queremos ser normalistas ou falso-moralistas, queremos expor os fatos à luz da razão com explicações lógicas e plausíveis, para que o médium não venha a prejudicar a si e aos outros.

Diferenças fundamentais entre os médiuns na Umbanda e os médiuns no Kardecismo

O kardecismo fez renascer os conceitos milenares de reencarnação, vida eterna, pluralidade dos mundo e lei do Karma ( vida em ação ), ou lei de causa e efeito.

E a partir dessas bases, o movimento umbandista surgiu em um novo momento do espiritualismo, cujo objetivo é reascender no homem a chama da humildade e sabedoria, da simplicidade e fortaleza, e do amor e alegria, por meio das entidades ditas como: pais-velhos, caboclos, e crianças.

Ainda hoje, dentre os agrupamentos esotéricos, a Umbanda é taxada por muitos como baixo espiritismo, macumba e feitiçaria. Isso ocorre porque a Umbanda lida com seres humanos e, como outras religiões também estão sujeita as deturpações e inversões de valores.

A única diferença que acentua o efeito dessas deturpações no meio umbandista é que a Umbanda é um campo de batalhas, tem mironga (magia), tem Eros (segredos), e exigi líderes gabaritados e com ordens e direitos de trabalho adquirido quando ainda estavam no astral, ou seja, quando estavam desencarnados.

Porque, o verdadeiro médium umbandista traz um grande acréscimo energético em seus chacras para poder suportar as batalhas e demandas contra o mal, por isso, a mediunidade na Umbanda é diferente da mediunidade no espiritismo pois, no Kardecismo a forma mediúnica predominante é a intuitiva ( irradiação intuitiva ) e não há incorporações nem quebra de feitiçarias e, na Umbanda a forma mediúnica predominante é a incorporação semi-consciente.

Não estou sugerindo que um tipo de mediunidade seja melhor do que o outro, estou apenas apontando as diferenças e, assim "procurando alertar as pessoas que por falta de conhecimento podem ser muito prejudicadas".

Então, o corpo astral do legítimo médium umbandista foi preparado para suportar entrechoques fortes, para conter a fúria do baixo astral.

Com esses aportes o médium umbandista pode até trabalhar em correntes Kardecistas apesar de não estar cumprindo sua missão pré-determinada mas, o legítimo médium kardecista não pode trabalhar no movimento umbandista pois, na sua missão atual ele não precisará se confrontar com o submundo astral e não foi preparado para isso.

Portanto, se uma pessoa resolve abrir uma tenda de Umbanda por conta própria, sem as devidas ordens e direitos, sem a cobertura de um guia ou protetor de Umbanda, o terreiro literalmente cai, e é invadido pelo submundo astral que mistifica as verdadeiras entidades de Umbanda. É fácil reconhecer um terreiro nesse estado pois, o ambiente astral é carregadíssimo, as pseudo-entidades solicitam matanças constantes de animais, induzem os médiuns à vaidade e a vingança, fazem trabalhos de baixa estirpe e usam um palavreado de "baixo calão" constantemente.

Umbanda não é brincadeira.

Separemos o joio do trigo, lembrando que já no primeiro terreiro de Umbanda, em 1908, não existiam matanças de animais, e que foi a influência e a migração dos praticantes de outros cultos que trouxeram essas práticas.

Notem, que queremos e nem temos o direito de julgar ninguém, mesmo porque no antigo testamento da Bíblia encontramos até referências a sacrifícios com animais feitos por Moisés. No entanto, queremos esclarecer o que é, e o que não é da Umbanda.

Enfim, a Umbanda não ensina a prática da baixa magia, mas se pessoas utilizando o bom nome da Umbanda assim agem, devemos alertar a todos sobre a lei do Karma ou causa e efeito já que a Umbanda é um culto universalista de paz e amor e que possui um papel fundamental no espiritualismo, convivendo em harmonia com todos os outros cultos, prova disso é a declaração do valoroso Chico Xavier em resposta a uma pergunta sobre a Umbanda, formulada pelo jornalista e umbandista Vicente Leporaca, onde o mesmo disse:

" - Respeitamos na Umbanda, uma grande legião de companheiros muito respeitáveis, consagrados à caridade que Jesus nos legou, grandes expositores da mediunidade, da mediunidade que auxilia, alivia o próximo. Credores da nossa maior veneração, conquanto estejamos vinculados aos princípios codificados por Allan Kardec, de nossa parte. "

( do livro: Dos hippies aos problemas do mundo - Chico Xavier )

Fonte: texto recebido pelo grupo umbanda caridade. Escrito por UMBANDA CAMINHO DA FÉ

Estudante on dezembro 19th, 2008

1. Objetivo

Este artigo, desenvolvido de forma didática e estruturada, tem como objetivo apresentar aos médiuns, principalmente aqueles que se encontram em fase de desenvolvimento, os Mecanismos da Mediunidade de Incorporação, abordando o tema com a maior abrangência, detalhamento e simplicidade possíveis.

2. Introdução

A Umbanda tem como principal característica em seus fundamentos, a capacidade de trazê-los ao mundo carnal, junto à prática gratuita da caridade, através da manifestação mediúnica mais popularmente difundida como Incorporação.

Assim, entidades e guias que trabalham para e na Umbanda, manifestam-se via fenômeno mediúnico, que produz efeitos físicos (aqueles que as pessoas podem ver).

Tais fenômenos, que serão objeto deste artigo, foram a mola propulsora para a divulgação da Umbanda, além do fato de que a maioria dos médiuns umbandistas são médiuns de incorporação, daí a importância de estudar este tema.

3. Premissas

O caráter despretencioso deste artigo conta com as seguintes premissas de quem toma ciência de seu conteúdo :

• Toda e qualquer informação contida neste artigo tem caráter simplesmente elucidativo, sem a intencão de normatizar ou codificar o tema objeto;

• Alguns sub-temas aqui abordados, deverão ter os seus respectivos aprofundamentos em outras fontes bibliográficas, bem como em outros tipos de fontes idôneas (tradição oral, ensinamentos de mentores e/ou dirigentes)

• Para determinadas definições ou jargões aqui usados, pressupõem-se que o leitor já tenha um certo tipo de contato e conhecimento adquiridos, principalmente sobre a espiritualidade.

4. Tópicos

Os seguintes grandes tópicos serão abordados, à medida que o tema incorporação for sendo esmiuçado ao longo deste artigo :

• Incorporação – Definição

• O Médium e seus corpos

• Mediunidade

5. Incorporação

DEFINIÇÕES

De modo abrangente temos as seguintes definições sobre Incorporação :

A. [do latim incorporatione] – 1. Ato ou efeito de incorporar(-se). 2. O termo incorporação tem sido aplicado inadequadamente à mediunidade psicofônica, pois não tem como dois espíritos ocuparem o mesmo corpo. No entanto, alguns teóricos espíritas afirmam que a incorporação se dá quando o Espírito, ainda que sob o controle do médium, tem a liberdade de movimentar por completo o corpo do mesmo, o que seria também chamado de psicopraxia. (Espiritismo)

B. Ato em que o espírito desencarnado “entra” no corpo do médium para uma interação com os demais encarnados. O espírito do médium cede lugar momentaneamente para o espírito animador. Este sempre permanece no aparelho por algum tempo, sendo totalmente impossível uma incorporação mais duradoura.(Umbanda)

C. Fenômeno físico-espiritual produzido pela conjunção da (1) capacidade espiritual receptiva do médium, (2) das energias do ambiente e a (3) da capacidade de um espírito controlar as variáveis energéticas, produzindo pela aproximação físico-astral dos corpos médium-espírito, a manifestação física, por meio de gestos e palavras, da personalidade e seu modo de expressão do espírito manifestante.(Autor)

5.1. Incorporação

DEFINIÇÃO A

A definição purista espírita (Espiritismo) segue as diretrizes da codificação básica deixada por Allan Kardec que determina que um corpo físico não pode ser ocupado por um espírito que não seja o próprio proprietário, daí não ser possível que um outro espírito “habite”, mesmo que temporariamente um corpo que não seja seu, expulsando ou desalojando o seu verdadeiro dono.

Segundo esta definição, há apenas o mecanismo da psicofonia, em que há uma manifestação pela voz de um espírito, através do aparelho fonético físico de um médium.

Entretanto, o fenômeno da incorporação não tinha sido estudado por Allan Kardec, ele apenas deu linhas mais gerais sobre as manifestações mediúnicas, além disso a incorporação ao ser estudada apresenta facetas e detalhes que ultrapassam o limite estabelecido pela definição da psicofonia, daí não poder ser caracterizada simplesmente como uma categoria de psicofonia.

5.2. Incorporação

DEFINIÇÃO B

A definição mais comum e simplista encontrada nos meios umbandistas diz que a entidade “entra” no corpo físico do médium, assim que este último já tenha se afastado.

Mas, tal definição foi criada mais pelo empirismo (experiência vivenciada e observada, desprovida da teoria) do que propriamente pelo estudo sistemático do fenômeno.

Os mecanismos envolvidos num fenômeno tão complexo como a incorporação e a lógica refutam este simplismo, porque entre tal afastamento do médium e a posterior entrada de um espírito há um intervalo temporal (gap) que, por menor que fosse, criaria o descontrole motor do corpo físico que ficaria “vazio” e se desequilibraria, podendo chegar, por força gravitacional, ao chão.

Há porém, nesta simplificada definição, os fundamentos básicos que explicariam a verdadeira faceta fenomênica da incorporação, e que será objeto deste estudo.

5.3. Incorporação

DEFINIÇÃO C

Através de uma abordagem mais ampla é que foi desenvolvida esta definição. Contém pelo menos três agentes influenciadores neste fenômeno: médium, ambiente e espírito.

Cada um deles será abordado de modo mais detalhado e abrangente.

Destaca-se nesta definição o fato de que a personalidade do espírito atuante é apresentada de modo explícito enquanto ocorre tal manifestação e este ponto é muito importante para dar a credibilidade a todos de que ali não mais está o médium e seus modos, mas um outro ser manifestado, com características próprias e diferentes ao do médium.

Será esta a definição utilizada neste artigo.

6.O Médium

Como ponto inicial, após a preliminar definição, será abordado todo o universo que envolve o médium de incorporação, composto de seus corpos, centros energéticos, órgãos corpóreos, grau de consciência, a preparação para a reencarnação, entre outros sub tópicos.

6.1 Corpos

Qualquer espírito encarnado possui corpos astral, físico, espiritual e mental. Algumas correntes espiritualistas citam vários corpos, o número mais aceito no mundo são de três ou sete corpos.

Para efeito didático, este artigo assume os três corpos mais conhecidos e aceitos:

• Corpo astral ou Perispírito
• Duplo etérico – corpo semi-material e semi-espiritual
• Corpo físico

6.1.1 Corpo Astral ou Perispírito

Este corpo é formado pelo material espiritual encontrado no estágio evolutivo do espírito que o anima e sua forma e consistência são criadas e mantidas pelo padrão vibracional que a mente de seu dono é capaz de produzir.

Além de servir de molde para a construção do corpo físico, é a sede das emoções . Recebe e executa o Carma que são os impulsos programáticos e delineadores, provindos das memórias passadas visando o reajuste dos propósitos e ações da criatura dentro do que determinam os princípios evolutivos, atendendo a necessidade individual de cada ser.

Assim, o perispírito é moldado pela vontade e/ou capacidade que o espírito tem, mas o ambiente em que se encontra também influenciará este molde.

Este corpo é capaz de manifestar, energeticamente, o padrão mental do espírito no corpo físico, somatizando tais estados consciencionais. Razão essa que explica que determinadas doenças ou defeitos físicos possam aparecer em uma pessoa.

6.1.1.1 Corpo Astral ou Perispírito –

OS CHACRAS

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Ilustrações sobre os Chacras, suas localizações, cores e formatos

6.1.1.2 Corpo Astral ou Perispírito –
A AURA

A Aura é uma espécie de membrana energética produzida pelo corpo astral, através dos chacras e que reveste esse corpo. A Aura está a uma distância de alguns centímetros do perispírito.

Através dos pensamentos, ações e sentimentos, um espírito é identificado pelo seu nível evolutivo, pois a aura reflete-se através de padrões das cores. Quanto mais brilhantes e claras as cores, mais demonstra o equilíbrio espiritual, assim como quanto mais apagado a cor da aura, mais materializado se está.

A aura é o elemento responsável pela troca energética entre espírito e o ambiente.

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Ilustrações sobre o Aura, sua localização e padrões vibratórios

6.1.2 Corpo Etéreo

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O Corpo Etéreo ou Duplo Etérico é o corpo constituído de material semi-físico e semi-espiritual, isto é, é constituído de substâncias espirituais materializadas e substâncias físicas sutis.

Ele existe como ponte ou elo de ligação entre os corpos material e espiritual, codificando e decodificando ou materializando e espiritualizando as energias que se movimentam entre os dois planos, o físico e o espiritual.

Este corpo é formado no momento exato da fase inicial da reencarnação de um espírito e é destruído momentos após o desencarne de um espírito.

Seguindo Leis Universais Espirituais, em que todo elemento físico tem a sua contrapartida espiritual,

o Duplo Etérico é a contrapartida do corpo físico.

O Duplo Etérico ao redor do corpo física, feito uma nuvem luminosa (em azul, na ilustração abaixo)

6.1.2.1 Corpo Etéreo

PLEXOS

O Corpo Etéreo efetua a de ligação através de centros energéticos denominados Plexos, que nada mais são que cópias semi-materializadas dos Grandes Chacras. O número de Plexos, portanto, é idêntico ao dos Grandes Chacras, isto é, sete.

Os Plexos atuam diretamente no corpo físico através dos órgãos físicos e seus sistemas (digestivo, coronário, cerebral, sexual, glandular, entre outros).

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6.1.2.2 Corpo Etéreo

ECTOPLASMA

Este corpo semi-material produz uma substância tambén semi-materail chamada de Ectoplasma, que muitas vezes pode ser vista através de fotos.

Ectoplasma Significa: - (do grego ektos – por fora e plasma – da forma modelar)

O ectoplasma é substância amorfa, vaporosa, com tendência à solidificação e tomando forma por influência de um campo organizador específico a mente dos encarnados e desencarnados. Facilmente fotografado, de cor branca-acinzentada, vai desde a névoa transparente à forma tangível. O Ectoplasma está situado entre a matéria densa e a matéria perispíritica (duplo etéreo), pode ser comparado à genuína massa protoplasmática, sendo extremamente sensível, animado de princípios criativos, que funcionam como condutores de eletricidade e magnetismo, mas que se subordinam, invariavelmente, à vontade do medium, que os exterioriza ou dos Espíritos desencarnados ou não, que sintonizam com a mente mediúnica.O ectoplasma seria substância originária no protoplasma das usinas celulares. O Ectoplasma doado pelo médium depois da moldagem pelo processo de condensação, voltará à sua fonte por mecanismo inverso.(fonte : Centro Espírita Ismael)

O ectoplasma quando produzido é expelido através dos orifícios nasais, auditivos e bocal.

Nota-se que o ectoplasma pode ser utilizado nas manifestações mediúnicas de efeito físico, incluindo curas, cirurgias espirituais, entre outras.

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Ilustrações sobre a materialização do Ectoplasma

6.1.2.3 Corpo Etéreo

CAMPO MEDIÚNICO

Outro elemento importante gerado pelo Duplo Etérico é o Campo Mediúnico, que é uma espécie de Aura mais materializada e com propriedades magnéticas, contendo fluidos próprios e propícios às manifestações mediúnicas.

Quando, em sua preparação cármica para uma nova encarnação, o espírito pré-reencarnante ter escolhido ou sido compelido a melhorar-se pela mediunidade, seus corpos receberão uma camada adicional, o Campo Magnético, que o habilitará à mediunidade. Isto explica o porquê que todas as pessoas ter certo grau de sensibilidade mediúnica, mas nem todas pessoas são médiuns.

Este campo mediúnico permite que o médium sinta/pressinta vibrações sutis em um ambiente ou até mesmo a aproximação de algum espírito.

Este campo tem como propriedades:

- Receptor das energias sutis ambientais ou de espíritos
- Protetor contra investidas de baixas vibrações
- Serve como suporte básico para o desenvolvimento constante da mediunidade
- Reservar substancialmente energias que são utilizadas nos processos mediúnicos, evitando que o médium recorra aos seus estoques comuns de energias.

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Ilustração do Campo Magnético, em volta da aura e do duplo etérico e realizando as funções de proteção e reserva energética.

6.2 Corpo Físico

O corpo físico ou corpo somático é o veículo de expressão de um espírito com o mundo material. É constituído por energia condensada, isto é, energia que vibra em baixíssima freqüência. Este corpo é reflexo direto do corpo espiritual. Assim, qualquer desequilíbrio no corpo astral, o corpo físico refletiria através de doenças, desequilíbrios mentais, desequilíbrios orgânicos, gastos energéticos excessivos, etc.

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O corpo físico é constituído de órgãos que compõe vários sistemas, temos, então, o sistema respiratório, digestivo, ganglionar, etc.

Todo este organismo consome energia e é mantido através de processos respiratórios e alimentares, pelo lado material. Pelo lado espiritual este organismo físico é mantido pelo corpo astral, que envia-lhe energias sutis, através dos chacras ou centros energéticos.

O corpo físico é a manifestação física do espírito, seu padrão vibratório, seu carma e sua condição evolutiva.

É através do vaso carnal, que o espírito encarnado expressa a sua personalidade espiritual, limitada pelo impositivo material, ela tem campo restrito de expansão espiritual. A mediunidade e seus fenômenos propiciam certa ampliação nas percepções do espírito encarnado.

6.2.1. Corpo Físico

SENTIDOS FÍSICOS

O corpo físico é regido pelos cinco sentidos físicos básicos: visão, paladar, olfato, audição e tato.

Ele estaria praticamente limitado às sensações materiais se não existissem ligações com o plano espiritual, através da interação física do vaso físico com os outros corpos mais sutis.

Esta interação produz um sexto sentido ligado à mediunidade, sendo que a mais comum é a intuição que é a capacidade de sentir vibrações, mesmo à distância, sejam elas ligadas a fatos presentes, passados ou futuros. Esta capacidade pode ser mais bem desenvolvida quando a pessoa passa a dar a devida atenção e começar a “ouvir” esta espécie de voz interior que muitas vezes serve como alerta ou bússola nas escolhas a serem feitas.

6.2.2. Corpo Físico

APARELHO FONÉTICO

Um dos principais sistemas físicos existente no corpo, ligada à capacidade comunicativa de uma pessoa é o aparelho fonético. Este é capaz de emitir som, a voz, dando ao espírito encarnado a oportunidade de ser compreendido e interar com as demais pessoas.

Este aparelho, por essa grande capacidade, é um dos instrumentos mais utilizados nas manifestações espirituais, pela facilidade com que os espíritos comunicantes encontram de usá-lo.

Nos mecanismos da incorporação, a comunicação verbal é demasiadamente explorada pela forma simples e descomplicada de trazer as mensagens às pessoas.

6.2.3. Corpo Físico

APARELHO MOTOR

O aparelho motor, constituído principalmente pelos membros superiores (mãos e braços) e inferiores (pernas e pés) possibilita ao espírito encarnado a possibilidade de mover-se, além da capacidade também de expressar-se por gestos e movimentos. Através da locomoção e os gestos, o ser humano tem a capacidade de viver em sociedade e manter relações sociais.

Dentro do fenômeno da incorporação, outro conjunto muito utilizado em consórcio ao aparelho fonético, é o aparelho motor. Este possibilita que um espírito utilize-se do corpo físico de um médium e movimentá-lo, criando condições de expressões e comunicações.

6.2.4. Corpo Físico

GLÂNDULA PINEAL

figura-7.jpg

No corpo somático, existe uma glândula chamada Pineal, localizada no interior do cérebro, também chamada epífise do encéfalo.

Erroneamente pensa-se que a Pineal possa ser considerada a glândula material que seja o centro da mediunidade.

Mas, a Pineal é um dos pontos físicos importante para a interação entre o mundo material e o espiritual, porque ela converte impulsos eletromagnéticos em estímulos neuroquímicos.
Na mediunidade, esta glândula tem fundamental papel, uma vez que a mediunidade também é um atributo biológico, isto é, os corpos, inclusive o físico, têm preparo adequados para o mediunato.

6.2.5. Corpo Físico

RELAÇÃO ENTRE OS TRÊS NÍVEIS

Abaixo segue a relação existente entre os níveis que compõe o complexo instrumento do ser humano

Nível Espiritual

nivel

7. Mediunidade

Abaixo, algumas definições mais comuns sobre a Mediunidade:

1. Faculdade que a quase totalidade das pessoas possuem, umas mais outras menos, de sentirem a influência ou ensejarem a comunicação dos Espíritos. Em alguns, essa faculdade é ostensiva e necessita ser disciplinada, educada; em outros, permanece latente, podendo manifestar-se episódica e eventualmente.

2. É a faculdade que toda pessoa que sente, em qualquer grau, a influência de espíritos. É, portanto a capacidade de uma pessoa que serve de ponte de comunicação entre o mundo espiritual e material.

3. Natural aptidão para intermediar os Espíritos. É atributo do espírito, patrimônio da alma imortal.

4. A faculdade medianímica prende-se ao organismo; ela é independente das qualidades morais do médium, e é encontrada nos mais indignos como nos mais dignos. Não ocorre o mesmo com a preferência dada ao médium pelos bons Espíritos.

5. A mediunidade existe independentemente das condições morais da pessoa, entretanto, uma boa condição moral, pela lei de afinidade, facilita atrair Espíritos cada vez mais adiantados.

6. É um compromisso de espíritos muitos endividados; é a última chance, na expressão popular. Só se dá remédio melhor ao doente mais grave; à exceção de alguns poucos médiuns, que eu chamaria de raros, cuja vida é apostolar e que vêm na Terra em verdadeiras missões, nós outros, a grande maioria, somos constituídos de espíritos em reabilitação. Então eu diria aos companheiros de luta que a mediunidade é uma terapia que a divindade nos dá para o nosso reequilíbrio. Como somos criaturas muito frágeis sob muitos aspectos e vivemos numa cultura de muitas facilidades, tenhamos cuidado. Quando o médium parece estar ornado de apogeu, de facilidades, está em perigo. Quando ele está com desafios, está no mesmo trilho de Jesus.

(Divaldo P. Franco)

7.1. Mediunidade

CONCLUSÕES

Pelo que pôde ser verificado, conclui-se que:

• Apesar de qualquer pessoa ter certo grau de mediunidade, caracteriza-se como mediunidade aquela que produz de modo ostensivo, fenômenos de natureza espiritual verdadeiros.

• A mediunidade não é um dom que torna aquele que a detém, melhor ou mais poderoso que outras pessoas.

• É um compromisso que espíritos endividados, salvo exceções, assumem para redimir suas faltas, reequilibrando seu ser perante a vida e harmonizando suas energias através do trabalho árduo da mediunidade que é colocar em prática a caridade gratuita.

• Independente do grau de evolução espiritual ou elevação moral, a mediunidade poderá aparecer em uma pessoa.

•A mediunidade está ligada, também, aos aspectos orgânicos de um indivíduo independente de sua crença, raça, idade, classe social ou condição moral.

8. Incorporação

MODELOS SIMBÓLICOS

Este artigo já apresentou a definição da incorporação, os corpos existentes e suas interações e a definição geral de mediunidade. Tudo isso para introduzir conceitos que daqui para frente serão necessários para melhor compreensão dos mecanismos envolvidos na incorporação.

Serão apresentados quatro modelos que tentam explicar, por comparação simbólica o fenômeno da incorporação e para efeito didático, não será abordado neste momento o grau de consciência que existe no médium.

Estes modelos são meras hipóteses que procuram explorar qual seria a complexidade existente nos mecanismos da mediunidade de incorporação.

Em seguida, será discutido qual ou quais dos modelos melhor se adequariam ao processo de incorporação.

O fantoche
A marionete
A luva
O ventríloco

8.1.1. Incorporação

MODELO O FANTOCHE

figura-8.jpg

Este modelo simboliza a interação entre a (a) entidade manifestante, (b) o médium, (c) seus corpos e (d) as energias manipuladas.

(a) A entidade seria representada pelas mãos humanas da figura ao lado, simbolicamente na parte superior (maior elevação espiritual). Ela é quem faz o fantoche (o corpo do médium) movimentar-se de acordo com sua vontade, inteligência e capacidade.

(b) O médium fica à mercê da vontade da entidade, obedecendo-a mecanicamente.

(c) Os corpos do médium são representados pelo fantoche e sua sombra. O fantoche é o corpo físico e a sombra seria o perispírito afastado.

(d) As energias seriam os fios que unem os chacras da entidade e os corpos do médium. Essas energias fariam contato entre entidade e os chacras, plexos e órgãos do médium.

8.1.2. Incorporação

MODELO A MARIONETE

figura-9.jpg

Este modelo simboliza a interação bem mais próxima entre (a) a entidade manifestante, (b) o médium, (c) seus corpos e (d) as energias manipuladas.

(a) A entidade seria representada pela mão humana da figura ao lado, ela é quem faz a marionete (o corpo do médium) movimentar-se de acordo com sua vontade, inteligência e capacidade, para tanto, ela “entra” com o seu corpo espiritual, no corpo físico do médium.

(b) O médium fica à mercê da vontade da entidade, obedecendo-a mecanicamente

(c) Os corpos do médium são representados pela marionete. A marionete é o corpo físico e a parte cinza seria o perispírito.

(d) As energias estariam no ponto de contato entre a mão (entidade) e os corpos do médium.

8.1.3. Incorporação

MODELO A LUVA

figura-10.jpg

Este modelo simboliza a interação bem mais próxima entre a (a) entidade manifestante, (c) o corpo físico do médium e (d) as energias manipuladas.

(a) A entidade seria representada pela mão humana da figura ao lado que ocupa o interior da luva, ela é quem faz a luva (o corpo do médium) movimentar-se de acordo com sua vontade, inteligência e capacidade, para tanto, ela “entra” com o seu corpo espiritual, no corpo físico do médium. A mão seria a inteligência e a luvas o meio pelo qual a mão se manifesta.

(b) O médium fica à mercê da vontade da entidade, obedecendo-a mecanicamente

(c) O corpo físico do médium é representado pela luva que se molda à vontade do espírito manifestante.

(d) As energias seriam manipuladas no espaço existente entre a mão e a luva, ou seja, haveria uma interação energética muito próxima entre espírito comunicante e corpo físico do médium.

8.1.4. Incorporação

MODELO O VENTRÍLOCO

figura-11.jpg

Este modelo simboliza a interação próxima entre a (a) entidade manifestante, (b) o médium, (c) seus corpos e (d) as energias manipuladas.

(a) A entidade seria representada pelo ventríloco que se coloca logo atrás ao corpo físico. Ela colocaria uma de suas mãos (simbolizando certo controle motor) por dentro do corpo físico, exercendo sobre ele, sua vontade.

(b) O médium fica à mercê da vontade da entidade, obedecendo-a mecanicamente

(c) O corpo físico do médium é representado pelo boneco que recebe comandos motores, se movimentando de acordo com a vontade do espírito atuante.

(d) As energias estariam transitando entre o ventríloco (espírito) e o boneco (corpo físico).

8.2. Incorporação

ANALISANDO CADA MODELO

A partir dos modelos hipotéticos apresentados, em que cada um propõe, por meio de simbologia comparativa, explicar o fenômeno da incorporação, este artigo pretende abordar cada modelo determinando pontos favoráveis e desfavoráveis de cada um deles

8.2.1. Incorporação

ANALISANDO CADA MODELO
O fantoche

Este modelo tem como ponto favorável o fato de explicar tanto o fenômeno mediúnico da incorporação (espírito desencarnado manifestado num corpo físico) quanto o outro fenômeno mediúnico denominado de Transe (Orixá manifestando suas características através do uso de um corpo físico) – este fenômeno será abordado em outro tópico, como apêndice, neste artigo para efeito de diferenciação entre incorporação e transe.

Neste modelo não há a “entrada” do espírito no corpo físico do médium, há apenas o uso à distância do corpo físico através da manipulação e ligação energética de duas personalidades (entidade e médium) por meio dos chacras, plexos e órgãos.

Por outro lado, essa distância existente propicia possíveis problemas de comunicação e controle por parte da entidade manifestante, que teria dificuldades em dominar toda a complexidade do fenômeno. Sendo assim, a participação do médium seria fundamental, apesar de afastado ligeiramente, teria ainda certo controle sobre seu corpo físico.

Não havendo a entrada da entidade, não haveria problema para explicar o fato que um corpo físico foi feito apenas para um espírito encarnante. Entretanto, o fenômeno seria equivocadamente chamado de incorporação, já que de fato não existe a incorporação física ou entrada no corpo físico pela entidade.

8.2.2. Incorporação

ANALISANDO CADA MODELO
A marionete

Este modelo tem como ponto principal o fato de mostrar que o espírito manifestante “entra” no corpo físico do médium enquanto que este está afastado. Também demonstra, neste modelo, que as feições faciais e os movimentos motores do corpo físico, passam a ser da entidade.

Como ponto desfavorável, este modelo não consegue explicar que o que acontece entre os momentos de afastamento do médium (e sua posterior perda de controle motor) e a aproximação da entidade (e seu posterior domínio sobre os controles motores do corpo físico “emprestado”).

Tal instante (ou gap) poderia levar à queda do corpo físico ao chão. Também, como fator desfavorável, este modelo contrapõe-se em relação de que um corpo físico só pode ser habitado pelo espírito “dono” e mais ninguém.

8.2.3. Incorporação

ANALISANDO CADA MODELO
A luva

Este modelo tem como característica mostrar que o espírito manifestante “entra” no corpo físico do médium enquanto que este está afastado. Também demonstra, neste modelo, que as feições faciais e os movimentos motores do corpo físico, passam a ser da entidade, significando que o controle é maior do que no modelo Fantoche.

Como ponto desfavorável, este modelo não consegue explicar que o que acontece entre os momentos de afastamento do médium (e sua posterior perda de controle motor) e a aproximação da entidade (e seu posterior domínio sobre os controles motores do corpo físico “emprestado”).

Tal instante (ou gap) poderia levar à queda do corpo físico ao chão. Também, como fator desfavorável, este modelo contrapõe-se em relação de que um corpo físico só pode ser habitado pelo espírito “dono” e mais ninguém.

8.2.4. Incorporação

ANALISANDO CADA MODELO
O ventríloco

Assim como o modelo Fantoche, este modelo tem como característica demostrar que o espírito manifestante não “entra” no corpo físico do médium enquanto existe a incorporação. Ele atua através da ligação chacra-chacra (espírito e médium) dominando de modo imparcial o controle motor do corpo físico. O modelo também sugere que a transmissão do pensamento da entidade através do aparelho fonético do corpo físico do médium é feita como se a entidade estivesse “ditando” as palavras para a mente do médium e este transmitiria isso pela fala, caracterizando que mais de uma modalidade mediúnica estaria presente durante a incorporação: a irradiação intuitiva.

Como ponto desfavorável, este modelo demonstra que a entidade teria controle parcial sobre o corpo físico do médium e nem mesmo as expressões faciais estariam fielmente representando a vontade da entidade.

8.3. Incorporação

CONCLUSÕES PARCIAIS

Pôde-se observar que os modelos hipotéticos não explicam totalmente o fenômeno da incorporação, uma vez que o elemento “grau de consciência mediúnica” não foi considerado neste momento, para efeito de compreensão. Também, esses modelos servem apenas para uma comparação simplista de um processo bem mais complexo que é a incorporação.

Se alguns modelos estiverem mais próximos da realidade que os outros, isso vai depender do nível de interação entidade-médium. Se os modelos Fantoche e Ventríloco forem os mais realistas, pode-se afirmar que não existe a incorporação (entrada do corpo epiritual da entidade no corpo físico do médium), entretanto, como se explicaria as mudanças comportamentais e físicas no corpo físico do médium?

Para responder a esta pergunta, a partir de agora será abordado o tema “grau de consciência mediúnica”.

9. Grau de Consciência Mediúnica

Grau de consciência mediúnica, como definição, é a medição da capacidade do médium sentir, presenciar e participar, de modo consciente (ter ciência de que algo ocorre), de um processo mediúnico e isso depende de inúmeros fatores.

Esta medição tem a seguinte macro-escala:

• Consciência Total

• Semi-consciência ou Consciência Parcial ou Semi-inconsciência

• Inconsciência Total
Nesta macro-escala de consciência, há variantes que determinam estágios intermediários entre um e outro grau, isto é, existem processos de incorporações situados em um ou outro grau de consciência dependendo de diversos fatores influenciadores sobre o fenômeno mediúnico. Estes fatores serão abordados adiante.

Pode-se perceber que não existe uma linha divisória exata entre os três principais graus de consciência, mas sim há interpolação ou interação entre um e outro grau de consciência (zona de interação).

figura-12.jpg

O dado sobre o percentual apresentado, na figura, foi colhido através da observação do fenômeno sobre o próprio autor e sobre outros médiuns, através da pesquisa de campo ao longo dos anos e de informações colhidas em livros que se dedicaram, de modo sério e metódico, ao assunto.

Percebe-se, portanto, que a maioria das manifestações mediúnicas da incorporação está situada próxima a um grau maior de consciência. Esta afirmação não quer dizer o mesmo que há mais médiuns conscientes do que inconscientes, quer dizer sim que a maioria dos médiuns tem mais incorporações próximas da consciência total do que das inconscientes.

De 85 a 95% de todas as incorporações que ocorrem há certo grau de consciência envolvida, isto é, o médium neste momento está interagindo nas incorporações.

Com isso o artigo quer afirmar que não é o médium que detém o grau de consciência, mas quem detém ou determina isso é o complexo conjunto de fatores envolvidos no fenômeno da incorporação (médium, energias, ambiente, entidade).

Retirado do site: TUCT - TEMPLO DE UMBANDA CABOCLO TUPI
Estudante on dezembro 19th, 2008

Por Adriano Camargo

Salve sagrado lei tor do JUS, sal ve sagrado Um ban dista! É com muita alegria pilao_para_ervas que podemos che gar nessa edição, junto aos cem anos da Umbanda. E não dá pra ervas ficarem de fora, não é?

Afinal, na celebre sessão onde o Sr. Caboclo das 7 Encruzilhadas se ma nifestou no seu médium Zélio de Mo­raes, antes da manifestação, conta a história que o jovem Zélio, incomo dado que estava sentado àquela mesa, levantou-se e disse: Falta alguma coisa aqui. Uma flor! Ele foi até o jardim e voltou com uma flor (rosa) branca e disse: Agora sim!

Me permito a imprecisão dessa história, pois o objetivo aqui não é contá-la apenas, mas lembrar que as ervas – no caso uma flor – estavam pre sentes nessa manifestação.

E podem ter certeza que essa flor cumpriu seu papel, imantando os pre sentes de vibrações sutis, mas impor­tantíssimas ao campo energético ne cessário para a sessão.

Nós poderíamos dizer que esse foi o primeiro elemento natural usado na Umbanda, uma flor!

E dificilmente vemos abrir uma gira, tanto no terreiro como na natureza, sem que haja a presença de uma flor sequer.

No próximo mês de dezembro, muito de nós irão à praia homenagear Mamãe Iemanjá, e levaremos muitas flores para Ela.

No caso das rosas, procurem tirar seus espinhos para que não machu quem ninguém na praia, e também não precisam deixar seu caule (cabo) tão longo, ok.

Enfeitem seus terreiro com muitas flores, de todos os tipos. Tomem banho com as ervas de Iemanjá, para que sua vibração se imante em seus es píritos, assim com certeza, estará mais próximo do magnetismo de Nossa Amada Mãe das Águas.

Consagrem seus banhos na força de Mamãe Iemanjá, consagrem sua flores. Façam suas oferendas com amor e simplicidade, pode ter certeza que não é a quantidade que importa. Nossos Papais e Mamães Orixás se interessam por aquilo que trazemos em nós, de boa vontade, propósito, gratidão, capacidade de perdoar e muitos outros sentimentos dos quais somos aprendizes.

Vamos às ervas de Mamãe Iemanjá:

Orixá: Iemanjá

Elemento: Água

Sentido Divino: Geracionista

Pólo magnético: Positivo / Feminino

Fatores principais: Gerador, amparador da vida

Atribuição: Irradiar a todos os seres o sentido da vida

Ervas Quentes: Erva de bicho, buchinha do norte, alho,

Verbos atuantes nas ervas quentes: Invadir, transbordar, corroer, derramar, …

Ervas Mornas: Alfazema, Anis Estrelado, Rosa Branca, Camomila Flor, Man jericão, Erva de Sta Maria – Men truz, Hibisco Flor, Manjerona, Mulungu Casca / Raiz, Noz Mos cada, Margarida, Sensitiva, Arroz..

Verbos atuantes nas ervas mornas: Gerar, fluir, sustentar, avolumar, …

As definições de ervas quentes, mornas e frias tem origem em nosso trabalho e estão disponíveis em outras matérias do JUS. Vale lembrar que as definições de Orixás, Tronos, fatores, verbos atuantes, enfim, a Teogonia usada para esse trabalho, tem origem no fantástico trabalho de Pai Benedito de Aruanda, entre outros mestres do astral, que através da psicografia de Rubens Saraceni – que sem dúvida nenhuma é o grande percussor e incentivador do nosso trabalho e de muito outros irmãos - pôde nos abençoar com esse conhecimento, e servir de base para tudo isso.

Adriano Camargo - Erveiro da Jurema - (11) 4177-1178

adriano@ervasdajurema.com.br - www.ventosdearuanda.com.br

Estudante on dezembro 19th, 2008

“Natal!
Reparte o carinho
Que te envolve a noite santa.
Veste, alimenta e levanta
O companheiro a chorar.

E, na glória do caminho
Dos teus gestos redentores,
Recorda por onde fores
Que o Cristo nasceu sem lar” 

Irene S. Pinto
(Do livro “Antologia mediúnica do Natal”, 
psicografia de Chico Xavier, ed. FEB, pg. 16).

Você anda pelas ruas e as cores lhe falam do Natal. presepio2
Dourado, verde, vermelho.
São bolas coloridas, laços vistosos de fitas, arranjos maravilhosamente dispostos nas vitrinas das lojas.
As luzes iluminam as fachadas das casas e transformam as alamedas em estradas de sol, em plena noite.
Tudo traduz alegria.
Os apelos comerciais falam de presentes e de ofertas. É a época que antecede o Natal.

As preocupações giram em torno da compra de presentes.
As inquietações maiores têm a ver com o que dar aos afetos, aos amigos, conhecidos e clientes.

É uma época especial. Deveria o próprio ar estar envolto em suave aroma, tornando-se mais leve. Na acústica da alma, as baladas melodiosas da paz teriam que retumbar em concerto. Mas o que verificamos é muita ansiedade, as pessoas com o semblante pesado de preocupação, muita correria e um automatismo que fazem de Jesus um esquecido, ou perdido no saco do papai noel.

É, sim, o Natal que chega de novo. Você já parou para pensar por que existe o Natal?
Em meio a tantas coisas a providenciar, você se deu conta o que irá comemorar?
Não esqueça que Natal é o aniversário de Jesus. Não se esqueça de Lhe preparar uma festa especial.

Uma festa que requer só um pouco de tempo e disposição. Uma festa que se faz na intimidade da alma e que se traduz na alegria que você propicia a alguém, em nome Dele, o aniversariante.

Por isso, quando passar pela rua, carregando pacotes, olhe ao seu redor.

Descubra nas esquinas, na frente das vitrinas iluminadas, vários pares de olhos infantis ansiosos.
Eles também sonham, com a única diferença que quase nunca os sonhos deles se realizam.
Descubra nesses olhares perdidos nas terras dos sonhos, os desejos e ansiedades e aproxime-se.
Fale com eles. Converse. Ouça-os. É possível que você não disponha de recursos para lhes concretizar os anseios, mas fale com eles, em nome de Jesus.

Sorria, pergunte pela família, demonstre interesse. Alongue o braço. Esboce um gesto de carinho. É Natal.

Lembre ainda que, enquanto você anda de um lado para o outro, entrando e saindo das lojas, consultando preços e catálogos, existem muitos que se encontram imobilizados em leitos de enfermidade e solidão.

Busque-os também. Visite-os, em nome Dele, do Divino Amor que um dia caminhou pelas vias terrenas e que ainda hoje, prossegue, meigo e doce, nas vielas do mundo, procurando alguém como você.

Alguém que disponha de uns minutos, que O ouça e O interprete para outro alguém com um tempinho, um carinho, um simples *olá.* Especialmente porque esta é a época do Natal.

* * *

Não perca o tesouro das horas nem a oportunidade de socorrer ao próximo.
Você pode, ainda hoje, estender o agasalho a quem a noite pede perdão por ser longa e fria. Pode aliviar o suplício dos companheiros que a doença consome ou dizer a frase calmante para os que quase enlouquecem no sofrimento.
Se você se dispuser a isso, sentirá que verdadeiramente está vivendo o espírito do Natal, e iluminará a sua vida de amor, transformando os seus dias em um perene dia de Natal.

*Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do cap. 25* * do livro *O espírito da verdade,* por Espíritos diversos, psicografia de *
*Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.* *

Em 08.12.2008.*

Estudante on dezembro 18th, 2008

Japão - Xintoísmo

O xintoísmo é uma religião de origem japonesa que tem práticas animistas, ou seja, considera como divindades elementos e seres da natureza. Muitas das artes marciais e novas religiões japonesas possuem influências do xintoísmo. Considerado como religião oficial no Japão, o xintoísmo teve várias fases, algumas influenciadas por datas políticas. De acordo com Henrique Todo, do Templo Xintoísta de São Paulo, "a fundação do Japão é uma das datas comemoradas". O professor Koichi Mori, do departamento de letras orientais da USP (Universidade de São Paulo), reconhece que em 1868, "com o imperador Meiji, o xintoísmo passou a ser a religião do estado". A fusão entre religião e estado só terminaria após a Segunda Guerra Mundial, "a influência dos Estados Unidos foi definitiva para acabar com todas as características divinas atribuídas ao soberano pelo xintoísmo", afirma Henrique Todo.

"A comemoração do Natal no Japão é feita como nos outros países, por influência ocidental", afirma ainda o representante do Templo Xintoísta de São Paulo. "No entanto, não há grande presença da tradicional simbologia católica". O xintoísmo é anterior ao budismo e tem como livros sagrados o Kojiki (712; Anais das coisas antigas), e no Nihongi (720; Crônicas do Japão). Além do Ano Novo, que é comemorado na data do calendário ocidental e do japonês, a fundação do Japão é comemorada em novembro.

Índia - Hinduísmo

O hinduísmo é a religião mais praticada na Índia. Com adeptos no mundo inteiro, o hinduísmo é representado por alguns templos no Brasil como o Ramakrishna Vedanta Ashrama, de São Paulo. O hinduísmo é norteado pelas escrituras nos Vedas, livros sagrados da religião. Os livros foram escritos em sânscrito, língua original da Índia.

Swami Sunirmalananda, um dos diretores do templo, contou que "entre as mais importantes celebrações do hinduísmo estão Durga Puja, Dasara, Ganesh Puja,
Rama Navami, Krishna Janmashtami, Diwali, Holi, Baishakhi e outras". O mais importante sobre a religião, de acordo com o mestre indiano, é saber que "o
hinduísmo é um tipo de vida, mais do que uma religião como as outras". Uma das mais velhas religiões no mundo, a religião que também é chamada de Sanatana Dharma diz que "cada momento é uma celebração", diz ainda o mestre.

"O Durga Puja é predominantemente celebrando em Bengala, mas também por outros povos. É a celebração da energia divina. O festival de Ganesh é celebrado nos estados do sul da Índia. As duas festas são grandes como o Natal para os brasileiros. Em todas as ruas se vê comemorações, danças alegres, cantos etc. Diwali é o festival das luzes. Cada casa, cada templo, em todo lugar se encontram lâmpadas, milhares e milhares, queimando a noite toda. Há muita alegria, fogos, muitas guloseimas.O significado das festas é que adorando a Energia Divina, adoramos Deus como Mãe e procuramos suas graças e nosso bem-estar espiritual. Em adorar Ganesha, procuramos sua bênção para o sucesso. No Diwali, destruímos a ignorância e encorajamos o conhecimento em nós mesmos", explica o Swami.

"Há também as festas parecidas com o Natal que são Rama Navami e Krishna Janmashtami. O Natal na Índia dá importância ao Papai Noel e à arvore de natal. Rama Navami é a celebração do nascimento de Rama. Krishna Janmashtami é o aniversário de Krishna", conta o Swami.

China - Budismo

O budismo é a religião mais popular na China. Com grande influência também em vários países da Ásia e da Oceania, o budismo é uma das religiões orientais que mais cresce no mundo ocidental e atrai, inclusive, fiéis de certo destaque social ou econômico. De acordo com a professora de chinês Liang Yan, do Centro de Língua e Cultura Chinesa, "apesar dos budistas não comemorarem o Natal, na China há um pouco da decoração com muitas lâmpadas e músicas natalinas".

O budismo é baseado no "dharma", os ensinamentos de Buda. Em São Paulo, um dos maiores templos do budismo pode ser encontrado na cidade de Cotia, o templo Zu Lai. "O objetivo do praticante do budismo é atingir a iluminação ou nirvana e livrar-se das amarras do mundo material", explica o professor de dharma do templo Zu Lai Moacir Mazzariol.

A data mais comemorada na China é, no entanto, o Ano Novo Chinês. O calendário, diferente do ocidental, prevê a próxima virada de Ano Novo Chinês para o dia 7 de fevereiro. "Essa é a grande festa na China, quando se faz a maior comemoração e se soltam fogos de artifício", conta a professora Yan.

China - Taoísmo

O taoísmo é uma das religiões orientais mais valorizadas no Ocidente e que tem sua filosofia regularmente revitalizada. No Brasil, o maior representante é a Sociedade Taoísta, organização com templos maiores em São Paulo e Rio de Janeiro. "Só em São Paulo, temos um movimento de mais de 350 pessoas por mês", conta Wagner Canalonga, monge taoísta. No templo, é possível ter aulas de meditação, filosofia, rituais, arte, i-ching e feng shui.

O taoísmo não tem qualquer celebração no Natal. No entanto, "a religião tem inúmeras datas onde se comemora o nascimento de grandes mestres ou sua ascensão", explica o monge. O Ano Novo Chinês, assim como no budismo, é a data mais comemorada para os taoístas. "Nesse dia se celebra o Senhor do Princípio Inicial, já em 22 de dezembro faremos um ritual em homenagem ao Senhor da Salvação, a divindade de compaixão, que ajuda aos que estão sofrendo".
Os rituais taoístas incluem invocações, cantos e mantras. "Pedimos por toda a humanidade e os rituais são abertos, qualquer um pode participar", conta o monge taoísta Wagner Canalonga. "O livro Tao Te Ching, ou livro do Caminho e da Virtude, contém os ensinamentos e para participar do ritual de iniciação ao taoísmo, basta demonstrar interesse".

 

A.D.

Texto recebido por email

Estudante on dezembro 18th, 2008
JUCA Nº 26  - http://www.umbandacarismatica.org.br/

Devota de Nossa Senhora Aparecida, Vila de Sapirara, Trancoso.
por Araquém Alcântara - Coleção Imagens do Brasil.

Nem os índios nativos nem os povos africanos adoravam a natureza em si, mas sim as potências associadas aos muitos
aspectos desta natureza viva capaz de alimentá-los ou castigá-los.
O Ponto de Força é o meio mais natural de sintonizar vibratóriamente, energéticamente e magnéticamente os Orixás, afinal sabemos que a maneira mais fácil de chegarmos àquilo que chamamos de imaterial, que representa o Divino, é por meio do material ou físico.

Nesses locais as energias e os magnetismos são mais puros e facilitam o contato com outro lado da vida. São como grandes chacras, vórtices captadores e emanadores de energias, com uma potencialização super elevada e Divina.

Portanto, o umbandista tem o privilégio de ter à disposição, 24 horas por dias, sete dias da semana e 365 dias por ano, os chamados Pontos de Força ou Santuários Naturais, os quais cultuamos, evocamos e entramos em contato mediúnico, energético e vibratório com os Guias e Orixás de forma única e Divina.

A Beira-Mar é um ponto de forças natural e é tido como o altar aberto a todos pela nossa Mãe Yemanjá.
As Cachoeiras são pontos de forças e santuários naturais de nossa Mãe Oxum;
As Matas são pontos de forças e santuários naturais do nosso Pai Oxossi;
As Pedreiras são pontos de forças e santuários naturais de nosso Pai Xangô e de nossas Mães Yansã e Egunitá;
Os Cemitérios são pontos de forças e santuários naturais dos nossos Pais Omulu e Obaluayê;
O Campo Aberto é o santuário natural das divindades regidas pelo tempo, entre as quais nosso Pai Oxalá e nossa Mãe Oyá;
Os Caminhos são os pontos de forças do nosso Pai Ogum;
Os Lagos são os pontos de forças e santuários naturais de nossa Mãe Nanã Buruquê.
As Matas e Bosques à Beira dos Lagos e Rios são os pontos de forças e os santuários naturais de nossa Mãe Obá;
Os Jardins, a Beira-Mar e as Cachoeiras são os pontos de forças dos erês ou encantados da natureza;
As Encruzilhadas são os pontos de forças dos Exus e Pombas Giras dentro da Lei da Umbanda. A Encruzilhada representa um sinal um tanto quanto cabalístico. É a entrada e saída de tudo. Quatro cantos, um apontando para cada ponto cardeal. O centro é a convergência, o núcleo de energia acumulada naquele local, e é um dos Pontos de Forças regido por Ogum. Orixá da Lei que rege os Senhores Exus, e os caminhos da encruza. Representa a ascensão e a queda, o bem e o mal, o livre arbítrio do homem em decidir seu caminho.

O culto aos Orixás, sempre que possível, deve ser realizado nos Pontos de Forças ou Santuários Naturais, porque nesses locais a energia ambiente é mais afim com a deles, e os magnetismos ali existentes dilui condensações energéticas existentes no nosso campo vibratório.

Condensações essas que vamos acumulando em nosso espírito que são prejudiciais ao corpo etérico ou energético, muitas vezes nem nos damos conta disso, e nos tornamos pesados, apáticos, desinteressados.
Lembramos que, há uma troca permanente entre o corpo carnal e espiritual e se um estiver debilitado automaticamente se reflete no outro corpo adoecendo-o e debilitando-o.

O banho de ervas, por exemplo, limpa o espírito por intermédio do corpo carnal.
Já quando os Guias Espirituais recomendam banhos de cachoeira, é porque o magnetismo e a energia ali existentes desagregam energias negativas enfermiças acumuladas no espírito e já internalizadas nos órgãos etéricos do espírito.

Quando recomendam banhos de mar, é porque a energia salina ali existente cura enfermidades existentes no espírito das pessoas. Também, a água do mar queima larvas astrais resistentes a outros tipos de banhos (ervas, sementes, raízes etc…).

Os santuários naturais não são uma invenção humana, mas sim todos somos beneficiados pelas energias e pelo magnetismo existentes neles. E, se recomendamos a realização periódica de cultos religiosos neles, é porque nesses momentos as energias e o magnetismo específicos deles ficam saturados com os das divindades ali evocadas, e somos beneficiados de forma sensível, pois os absorvemos junto com as energias geradas naturalmente nesses locais altamente magnéticos.

Portanto, se um banho de mar, de cachoeira ou de ervas é bom, se evocarmos a Divindade associada a estes locais, ou aos seus elementos, então ele será ótimo. Divino mesmo!

Saibam que:
- Um culto realizado ao redor de uma fogueira queima miasmas ou larvas astrais e energiza positivamente o espírito das pessoas alcançadas por suas ondas quentes.
- Um culto realizado à beira da água (cachoeira, rio, lagoa ou mar) limpa e sutiliza o corpo energético das pessoas e as magnetiza positivamente. A cachoeira e o mar são geradores de energias, já as ondas do mar descarregam energias. A energia de um rio é irradiante e da pedreira é geradora, já uma pedra irradia as energias geradas pela pedreira. Tudo muito complementar e Divino.
- Um culto realizado nas matas fecha aberturas na aura, sutiliza o magnetismo mental e purifica os órgãos etéricos do corpo energético (espírito) das pessoas, expandindo seu campo áurico, salientado que a árvore é geradora de energias.
- Um culto realizado no tempo, em campo aberto, dilata os sete campos magnéticos das pessoas e as tornam muito “leves”.
- Um culto realizado na terra arenosa densifica o magnetismo mental e concentra as energias das pessoas, fortalecendo-as vibratoriamente.
Percebam que cada local tem sua Divindade, que tanto deve ser oferendada e adorada como deve incorporar os espíritos associados a ela, pois, são membros de suas hierarquias espirituais, todos voltados para nós e imbuídos dos melhores sentimentos para conosco, os seus irmãos encarnados.

Oferendar é um dever religioso, é demonstração de amor, respeito e fé.

Portanto, toda oferenda tem que ser realizada com sobriedade, respeito e reverência, fé e religiosidade (sem ofender a natureza), senão não passará de um ato profano e profanador do santuário natural.
Posturas inconseqüentes, pensamentos dispersivos, conversas profanas, desleixos e falta de sobriedade, não são aceitos como procedimentos religiosos, e quem assim se mostrar a eles está mostrando-se indigno do amor que emanam por nós, seus filhos amados.

ATENÇÃO

- A riqueza de uma oferenda não está na qualidade de elementos, mas sim na intensidade que vibramos nosso amor, respeito e fé pelas Divindades.
- Ao sujar a natureza e esses Sagrados Pontos de Forças, estamos contaminando, obstruindo um chacra energético super potente, e assim sendo, esse chacra começará a emanar energias densas e deletérias.
- A maioria das oferendas, principalmente as oferendas com sentido religioso e consagratória, os elementos materiais ofertadso como velas, flores, bebidas, etc., podem e devem ser retirados do local após a louvação à Divindade. Assim, a natureza será preservada e a sociedade respeitará mais a Umbanda.

A oferenda Religiosa é aquela em que o fiel oferenda um Orixá somente no sentido de reverência por amor, fé, devoção, respeito. Mesmo pedindo proteção não ativa os poderes magísticos dos Orixás e Guias.

A oferenda Consagratótia é aquela realizada para obter a imantação permanente dos poderes Divinos em determinados objetos que serão a representação da energia do Orixá. Ou seja, uma pedra, só se transformará em um “Otá de Xangô”, por exemplo, se a pedra for imantada no Ponto de Força especifico do Orixá – nas pedreiras, e isso acontece através de uma oferenda consagratória.

Essa imantação e energia estarão à nossa disposição o tempo todo, onde poderemos direcioná-las para nossas necessidades – é a concessão de poderes dados pelos Guias e Orixás. No entanto, implica em deveres a serem cumpridos religiosamente, pois não basta somente colocá-los no altar e usar quando precisar. Esses objetos deverão ser alimentados, respeitados, cuidados, iluminados, isolados dos curiosos, deverão ser respeitados e entendidos como algo Sagrado.

- Antes de arriar qualquer tipo de oferenda aos Orixás e Guias Espirituais, deve-se oferendar a “Esquerda”.

Exu é o Sr. dos Caminhos, grande Mensageiro, o que tudo permite, portanto nada mais inteligente e respeitoso oferenda-lo primeiro. E mais, Exu é quem abre e fechas as portas, é quem ativa e desativa carmas, é Ele que faz que sejam cumpridas as ordens supremas de Ogum determinadas por Xangô. Além disso, Exu é o Guardião do Ponto de Força em que você vai arriar sua oferenda, então nada mais justo oferenda-lo primeiro pedindo permissão para entrar e sair.

Portanto, o umbandista que conhece e reconhece a verdadeira Força Exu, sabe que Eles estão sempre em primeiro lugar, que sem Eles nada se faz e nada acontece, compreende bem o que estou dizendo “oferendar Exu em primeiro lugar é sinal de respeito e de reconhecimento de forças”.

No entanto é bom frisar que não se oferenda um exu pessoal e sim o Guardião daquele Ponto de Força e seus falangeiros, por exemplo, se a oferenda é nas matas, antes oferenda-se “o Sr. Guardião das Matas e as Falanges dos Exus das Matas”. A mesma atenção e respeito deve-se ter com as Sras. Pombogiras.

- Outro cuidado importante, é que antes de sair de casa para fazer a oferenda, deve-se tomar um bom banho de defesa e já deixar pronto para a hora que chegar, um outro banho de energização ou fixação na força do Orixá que se oferendou. Além de fazer as firmezas básicas e naturais de um umbandista como por exemplo, a vela do anjo de guarda acesa, triângulo de velas firmadas solicitando a proteção Sagrada, etc.
Sei que esse assunto é muito vasto, mas espero ter clareado um pouco a mente dos umbandistas e levado a importância do conhecimento dentro da religião de Umbanda.
Afinal, UMBANDA TEM FUNDAMENTO. MAS É PRECISO SABER PREPARAR.


Mãe Mônica Caraccio
Base de estudo: “O Código de Umbanda” de Rubens Saraceni - Ed. Cristali

“O SABER” A BASE DE TUDO
- Porque a espiritualidade não resolve os problemas por inteiro de seus médiuns? - O que é um Orixá? - O que é um EXU de Lei? O que é um Guardião? - Quais são as necessidades de trabalhar incorporado e fazer a caridade? - Por que as pessoas que têm o dom mediúnico e negam-se a praticar a caridade costumam ter suas vidas negativadas? - Como agem e como tratar os Obsessores, Eguns, Quiumbas e Sofredores? Porque os Guias fumam e/ou bebem? - Porque é necessário oferendar? Como oferendar? Como entrar e sair de um ponto de Força? - Como não passar mal antes, durante e depois de uma gira? - Afinal, Umbanda é religião?
São tantas as perguntas, que quando, infelizmente, não encontramos as respostas a Umbanda se torna algo repetitivo e sem sentido, torna-se um ato de manifestação mediúnica simplesmente, e ainda pior, torna-se uma ameaça aos seus praticantes sem nenhum sentido religioso e doutrinário. Torna-se uma ação emocional e não racional, e a Umbanda necessita de força racional e de conhecimento, sustentada pelo amor incondicional e pela responsabilidade dos atos mediúnicos.
Desculpem as palavras, mas acredito de aquela frase “meu Guia sabe tudo” é reflexo de oportunismo e a Umbanda realmente não necessita de mais oportunistas e sim de pessoas boas, corajosas, sinceras e conscientes de suas missões.
A Umbanda é uma religião que traz os mais puros sentimentos de liberdade, de paz e de segurança, basta conhecê-la.
A Umbanda não é escravidão, como também não quer mais médiuns ‘robos’.

SAIBAM:
Estudar não substitui a prática, mas ajuda a entendê-la. Ajuda a enfrentarmos nossos medos, quebrando preconceitos e dogmas. Estudar nos torna donos de nós mesmos, com capacidade de discernir o que é certo ou errado, ou o que é melhor ou pior para nós mesmos. Estudar nos faz enxergar como é grandiosa a Força do Plano Astral, que está à nossa disposição, e muitas vezes por não conhecô-la, deixamos de nos beneficiar deste Poder.

Fonte: http://www.umbandacarismatica.org.br/dinamica/juca/2008_10_01_archive.html